O gestor lamenta que algumas empresas tenham uma presença online, mas olhem para ela como uma parte secundária do negócio. Rui Pereira, sublinhando que os comportamentos do consumidor de hoje são atípicos e cada vez alicerçados nas novas TIC, alertou que as empresas que ainda veem o digital como algo complementar podem estar a perder terreno.
Os modelos de negócio têm ser suficientemente flexíveis para se moldarem aos novos clientes e que as empresas têm de ser proactivas nas suas abordagens e estar onde o cliente está. Este é, para muitas empresas, um processo de reinvenção, na medida em que têm de se redesenhar para singrar no mundo digital.
No entanto, esta transformação pode, muitas vezes, deparar-se com discrepâncias entre os objetivos do negócio e a capacidade de disponibilização de serviços, podendo os projetos levar mais tempo do que o desejado.
É preciso que as empresas sejam capazes de disponibilizar serviços e produtos num espaço de tempo reduzido (entre 6 a 16 semanas) e de mostrar resultados em tempo útil.
Rui Pereira disse que alguns atores do tecido empresarial português arremessam a componente digital do seu negócio para segundo plano, e acabam por se tornar irrelevantes neste campo.
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