A IBM anunciou um avanço significativo na capacidade de computação cognitiva do Watson, o primeiro sistema capaz de revelar padrões e conexões ocultas ou desconhecidas entre grandes quantidades de informação, permitindo que investigadores e cientistas possam acelerar o ritmo das descobertas científicas.
“Este anúncio é uma extensão natural da capacidade de computação cognitiva do Watson”, disse Mike Rhodin, vice-presidente senior da IBM Watson Group. O IBM Watson Discovery Advisor, sistema que está disponível como um serviço através da Cloud, é capaz de reduzir de meses para dias e de dias para horas o tempo necessário para os cientistas testarem hipóteses ou formularem conclusões sobre as suas pesquisas.
De acordo com o National Institutes of Health, a agência norte-americana de pesquisa médica, um investigador lê cerca de 23 artigos científicos por mês, que se traduz em cerca de 300 por ano, tornando-se humanamente impossível acompanhar o crescente repertório de material cientifico disponível.
O IBM Watson, para além de identificar correlações previamente desconhecidas e compreender as nuances da linguagem, compreende ainda a linguagem científica, por exemplo, a de como os produtos químicos interagem. Por exemplo, graças à colaboração entre Baylor College of Medicine e a IBM, uma equipa de cientistas, biólogos e analistas de dados identificaram com precisão e em poucas semanas várias proteínas que modificam a proteína p53, associada a muitos tipos de cancro. É uma proeza que teria levado anos para ser realizada sem as capacidades cognitivas do IBM Watson.
Para além do Baylor College, outros investigadores e cientistas de várias organizações especializadas em ciências da vida, como a Johnson & Johnson ou o New York Genome Center estão já a utilizar o IBM Watson Discovery Advisor para enfrentar o complexo desafio de absorver e analisar os milhões de documentos científicos disponíveis nos bancos de dados públicos e dados especializados.
O potencial do IBM Watson Discovery Advisor irá ainda transformar outras indústrias que dependem fortemente da análise de dados, como o direito, biotecnologia, educação, produtos químicos, metais, pesquisa científica, engenharia e investigações criminais.
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