Os engenheiros da IBM estão a investigar novas formas de arrefecer e alimentar os processadores. A solução passa por ter um eletrólito que agirá como uma espécie de sangue eletrónico.
Com base neste problema, a IBM começou à procura de uma nova solução. De acordo com a BBC, os investigadores Patrick Ruch e Bruno Michel construíram um protótipo de um chip que contém canais minúsculos pelos quais circula um fluido que arrefece os componentes.
O fluido é um eletrólito que arrefece e alimenta os componentes com energia elétrica.
Bruno Michel diz que “a indústria dos computadores usa 30 mil milhões de dólares de energia e deita-a fora. Estamos a criar ar quente por 30 mil milhões”.
O protótipo ainda está numa fase muito inicial e, segundo a visão destes cientistas da IBM, com esta tecnologia poderemos ter, em 2060, um computador com uma potência de um petaflop na nossa secretária.
Com o lançamento de KATA 7.0, as organizações podem agora beneficiar de capacidades melhoradas de…
Novos monitores Predator X32 X2 e X27U X1 oferecem imagens de jogo nítidas, com uma…
Adolfo Martinho sucede a Manuel Maria Correia, que liderou a empresa em Portugal desde a…
A Kaspersky descobriu centenas de repositórios de código aberto infetados com malware multifacetado, dirigidos a…
O Researcher e o Analyst vão começar a ser disponibilizados para clientes com licença do…
Ao longo da sua carreira, Ricardo Morais assumiu responsabilidades em gestão de clientes e desenvolvimento…