IBM apresenta novas perspetivas e oportunidades com Big Data

Marc Teerlink, Global Strategist e Data Scientist da IBM, apresentou, no IBM Big Data Forum, as novas perspetivas e oportunidades com o Big Data.

Teerlink começou por dar o exemplo da indústria farmacêutica, que tem produtos perecíveis e que precisa de saber exatamente para onde os enviar para poderem ser comercializados, sem ter o risco de ter percas significativas quando esses mesmos produtos não são comercializados.

O que a indústria farmacêutica, assim como outras, pode fazer é olhar para os dados, ver que produtos são mais produzidos por cada empresa dessa indústria e distribuir os mesmos pelas diferentes regiões.

A indústria pode, também, pegar nos dados das redes sociais para saber se as pessoas, neste caso, estão doentes; como, cada vez mais, as pessoas colocam tudo o que fazem nas redes sociais, esta pode ser uma forma de dar aos clientes aquilo que eles querem.

O segundo princípio apresentado por Marc Teerlink foi o facto de o Data Sharing ser o “the new black”, ou o Data Sharing ser a nova moda. “Se tiver uma caixa de chocolates e partilhar com alguém um chocolate, ou até mesmo metade, eu fico sem essa metade. Se partilharmos dados entre as empresas, eu não tenho de ficar sem esses dados e posso ficar com mais informação do que teria”.

Teerlink referiu, também, que já ninguém quer ir a uma loja comprar um produto e correr o risco de esse produto não estar disponível. Para que isso não aconteça, as empresas têm de analisar os dados de tudo aquilo que é falado na rede e perceber que um cliente quer comprar um determinado produto. A partir daí, pode, por exemplo, oferecer uma promoção para que o cliente se dirija à sua loja para comprar esse mesmo produto.

O último princípio que Marc Teerlink referiu foi “o valor vai ser criado para indivíduos”, não para segmentos de mercado. O supercomputador Watson pode, agora, ser utilizado através da Internet para desenvolver aplicações e serviços. Os clientes IBM podem alugar, através da cloud, o supercomputador e escolher se querem apenas usar a informação que o Watson dispõe ou desenvolver aplicações e serviços com o supercomputador.

Rui Damião

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