“Este é um marco significativo para a Huawei, a maior marca chinesa de smartphones com uma crescente presença global. Isso transmite o volume para este fornecedor, principalmente de infra-estrutura de rede, em quão longe cresceu no espaço móvel de consumo nos últimos três a quatro anos. A escala global que a Huawei conseguiu pode ser atribuída ao seu investimento consistente em I & D e fabrico, juntamente com o marketing agressivo e a expansão do canal de vendas”, refere Peter Richardson, diretor de pesquisa da Counterpoint.
No entanto, além do lançamento do novo smartphone da Apple, o facto da Huawei estar muito dependente do seu mercado doméstico pode influenciar a manutenção do segundo lugar atrás da Samsung.
Em relação ao top 10 dos modelos mais vendidos, segundo a consultora o mesmo é constituído da seguinte forma: iPhone 7, iPhone 7 Plus, OPPO R11, OPPO A57, Samsung Galaxy S8, Xiaomi Redmi Note 4X, Samsung Galaxy S8 +, iPhone 6 32 GB e Galaxy J7 da Samsung.
O facto de não existir qualquer smartphone da Huawei nos 10 mais vendidos poderá parecer estranho mas a verdade é a marca tem um bom desempenho com uma série de modelos que a tornam na segunda mais poderosa ou, para muitas consultoras, a terceira bem perto da Apple.
No entanto, o analista sénior, Pavel Naiya , afirma que “ao ter um portfólio diversificado, a Huawei pode lutar em várias frentes, mas faz pouco para construir o reconhecimento geral da marca; algo que a Huawei realmente precisa se quer continuar a ganhar participação. Enquanto a Huawei cortou o seu portfólio, provavelmente precisará racionalizar ainda mais sua gama de produtos, como a Oppo e a Xiaomi fizeram – colocando mais músculo por trás de menos produtos.”
Veremos qual será o desempenho da Huawei até ao final do ano e se conseguirá fazer frente à “marca da maça” após o lançamento do esperado Mate 10.
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