A Uber demonstrou que está disposta a desembolsar três mil milhões de dólares pela divisão de mapas da Nokia. Com a sua própria unidade de mapeamento, o serviço digital de transportes poderá reduzir, senão mesmo eliminar, a sua dependência face ao Google Maps.
Há cerca de um mês, a tecnológica finlandesa Nokia revelou que estaria a analisar a sua unidade de mapeamento digital HERE, sugerindo que uma venda poderia estar no horizonte. Desde então, foram já algumas as fabricantes automobilísticas que deixaram claro que o negócio da Nokia é um ativo valioso, especialmente numa altura em que a indústria cada vez aposta nos chamados “carros conectados”, cujo funcionamento depende fortemente de serviços de geolocalização e de navegação.
Diz o New York Times, citando fontes anónimas próximas do assunto, que a proposta da Uber rivaliza com uma que está a ser desenvolvida por uma coligação de automobilísticas alemãs, entre as quais estão a Audi, a BMW e a Mercedes-Benz.
Consta que estas fabricantes formaram uma aliança com o Baidu, considerado o “Google da China”, para suportar a proposta sobre a Here.
Citado pela Reuters, Risto Siilasmaa, presidente da Nokia, afirmou que a empresa não está entre a espada e a parede, e não sente qualquer necessidade premente para abrir mão da unidade de mapas digitais. O executivo afirmou que a análise da Here não tem incontornavelmente que desembocar numa venda, podendo a Nokia optar por conservar sob a sua jurisdição a divisão.
Contactada pela B!T, a Uber absteve-se de qualquer comentário acerca da licitação sobre o negócio da Nokia.
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