Um grupo de espionagem cibernética da Coreia do Norte, conhecido por apenas atingir o governo e o setor privado da Coreia do Sul, aprofundou a sua sofisticação e atingiu o Japão e o Médio Oriente.
Os ataques cibernéticos ligados à Coreia do Norte visaram empresas aeroespaciais, de telecomunicações e financeiras nos últimos anos, interrompendo redes e empresas de todo o mundo. A Coreia do Norte rejeita as acusações de que está envolvido em hacking.
A FireEye, uma empresa norte-americana de segurança, afirmou que a organização de hackers Reaper, conhecida por APT37, já tinha operado nas sombras do grupo Lazarus, um grupo de espionagem e cibercrime norte-coreano mais conhecido. Este grupo foi responsabilizado pelos ataques à Sony Pictures em 2014 e o WannaCry.
Segundo os especialistas de segurança, a APT37 tinha espiado alvo na Coreia do Sul desde, pelo menos, 2012. Agora, o grupo terá expandido a sua sofisticação para atingir alvos no Japão, no Vietname e no Médio Oriente.
A reavaliação ocorreu depois de os investigadores terem descoberto que o grupo de espiões se mostrava capaz de explorar rapidamente múltiplos erros “dia zero”, ataques que exploram falhas de software anteriormente desconhecidas e que deixam as empresas de segurança sem tempo para se defender contra estes ataques.
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