A Google está a ser processada pela firma Hagens Berman, defensora dos direitos dos consumidores, por alegadamente ter monopolizado o mercado norte-americano da Internet e da pesquisa móveis, recorrendo a meios ilegais que violam as normas antitrust.
A multinacional tecnológica é acusa de ampliar o seu poder centralizador no mercado da pesquisa online através do carregamento prévio das suas aplicações nos dispositivos móveis que integrem o sistema operativo Android.
De acordo com as alegações, o posicionamento ilegal destas aplicações por parte da Google, levou a que os preços dos aparelhos móveis das fabricantes de smartphones concorrentes se mantivessem erroneamente elevados.
Em resposta, a tecnológica assegurou que o Google e o Android são dois elementos distintos e que podem ser utilizados separadamente. “Qualquer um pode usar o Android sem o Google e qualquer um pode usar o Google sem o Android. Desde que o Android foi introduzido, uma maior competição sobre os smartphones tem dado aos consumidores mais alternativas a preços mais reduzidos”, afirmou Matt Kallman, porta-voz da Google, à Reuters.
O defensor dos consumidores Steve Berman alvitrou que a Google não conseguiu alcançar o seu monopólio oferecendo um melhor motor de pesquisa, mas sim através de posicionamento anti-competitivo e de manipulação ilegítima do mercado.
Com o lançamento de KATA 7.0, as organizações podem agora beneficiar de capacidades melhoradas de…
Novos monitores Predator X32 X2 e X27U X1 oferecem imagens de jogo nítidas, com uma…
Adolfo Martinho sucede a Manuel Maria Correia, que liderou a empresa em Portugal desde a…
A Kaspersky descobriu centenas de repositórios de código aberto infetados com malware multifacetado, dirigidos a…
O Researcher e o Analyst vão começar a ser disponibilizados para clientes com licença do…
Ao longo da sua carreira, Ricardo Morais assumiu responsabilidades em gestão de clientes e desenvolvimento…