Segundo o relatório, que faz previsões para os próximos quatro anos, a região que vai gastar mais em TI é a América do Norte (Estados Unidos e Canadá), que irá chegar aos 912 mil milhões de euros já em 2017 e pouco depois atingirá um bilião. Segue-se a região EMEA, onde se insere a Europa, com um crescimento anual de 3,3%, seguida da Ásia Pacífico. Mas será a América Latina a registar o ritmo de crescimento mais elevado: 4,3% em média anual.
“Com a economia global a entrar numa nova fase incerta, os gastos em TI serão fortemente influenciados pelos ciclos económicos e por ‘jokers’ nos próximos cinco anos”, refere o analista Stephen Minton, vice presidente da unidade de Customer Insights and Analysis da IDC. “O recente abrandamento na China causou uma disrupção severa nos mercados emergentes, enquanto o colapso nos preços do petróleo continua a desafiar os produtores de energia e a volatilidade do mercado coloca novas questões às firmas de investimento”, analisa o especialista. “Em muitas indústrias, os gestores vão virar-se para as soluções de TI, incluindo analítica e optimização de infraestruturas, para os ajudar a navegar durante a tempestade.”
Para os fornecedores de tecnologia, diz a IDC, há uma maior premência para abordagens detalhadas que capitalizem nos nichos onde há crescimento e oportunidade. Por exemplo, os investimentos mais elevados serão feitos por empresas de manufatura, banca e telecomunicações, seguidas de processos de fabricação, governos e serviços profissionais. No entanto, o vertical que mais vai crescer é o da saúde, 5,5% ao ano. Seguem-se banca e seguradoras, média e indústrias de recursos (4,6% em média anual).
As empresas com mais de mil empregados serão responsáveis por 40% dos gastos, mas é nas médias empresas (entre 100 e 499/ 500 e 999 empregados) que está o maior crescimento: 4,4% e 4,8% de crescimento médio anual, respetivamente.
Por outro lado, o segmento com maior subida é o do software (6,7%), seguido de serviços empresariais (6,2%). Dentro do segmento de software, as aplicações que facilitam as operações (como ERP e gestão de produção) vão receber a maior fatia de gastos. As categorias a crescer mais rapidamente serão software de rede, aplicações de colaboração e aplicações de acesso e analítica de dados.
Ainda assim, é no hardware que se gasta mais dinheiro: 40% de todas as despesas com TI – aparelhos, infraestrutura, equipamentos de telecomunicações. Vão aumentar mais que qualquer outros os gastos em servidores e armazenamento.
O relatório está disponível para os clientes da IDC nesta página.
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