O mercado de consumo será responsável por 63% das aplicações em uso da IoT e chegará a 5,2 mil milhões em unidades. Já em relação às empresas, a expectativa é de que se implementem 3,1 mil milhões de equipamentos conectados até ao final do ano.
“Além dos sistemas automóveis, as smart TVs e os conversores digitais serão as aplicações mais utilizadas pelos consumidores, enquanto os medidores elétricos inteligentes e as câmaras de segurança comerciais serão mais empregados pelas organizações”, indicou, em comunicado, Peter Middleton, Diretor de Pesquisas do Gartner.
Além dos medidores inteligentes, aplicações desenvolvidas para verticais específicas de mercado, incluindo sensores de processo para fábricas e aparelhos de localização em tempo real para a área da saúde, impulsionarão da IoT em 2017, com 1,6 mil milhões de unidades implementadas.
Segundo a Gartner, a partir de 2018, espera-se um boom de utilização de equipamentos conectados, nomeadamente, relacionados com edifícios inteligentes.
Embora em número de equipamentos, o consumo saia vencedor, em termos de gastos são as empresas os maiores consumidores de IoT, representando 57% dos gastos totais de 2017. Este ano, as previsões apontam para que os investimentos em hardware para o uso de coisas conectadas dentro das empresas vão atingir cerca de 964 mil milhões de dólares e que, até 2020, os gastos com hardware nos dois segmentos, consumo e empresarial, cheguem quase aos 3 biliões de dólares.
“Os serviços de IoT são essenciais para o aumento dos dispositivos de Internet das Coisas”, afirma Denise Rueb, Diretora de Pesquisas do Gartner. “Os serviços são dominados pela categoria de tecnologia de IoT operacional profissional, em que os fornecedores auxiliam os negócios no design, implementação e operação de sistemas de Internet das Coisas. No entanto, os serviços de IoT para conectividade e consumo estão a crescer a um ritmo mais rápido”, acrescentou a executiva.
A consultora aponta ainda que o total de gastos com serviços (profissionais, voltados para o consumidor e de conectividade) deve alcançar 273 mil milhões de dólares até ao final do ano.
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