As duas inovações divulgadas pela Fujitsu são uma tecnologia de restrição de transações baseada em políticas pré-estabelecidas para restringir negociações e utilizadores, sendo a outra, uma tecnologia de criptografia de documentos. Esta última, permite o uso de apenas partes relevantes, que detêm múltiplas chaves distribuídas, para aceder com segurança as informações gravadas no blockchain.
Um dos desafios do blockchain está relacionado à execução segura de negócios, nomeadamente a gestão de chaves, mas com a nova tecnologia de restrição de transações da empresa nipónica, as operações que impedem o uso indevido ou o abuso de chaves tornam-se possíveis, aumentando a segurança.
Através da criptografia de documentos, “é possível criar um fluxo de trabalho em que os documentos são reconhecidos pela tomada de decisão coletiva ou entre organizações especificas, ou ainda, em situações onde os documentos podem ser restaurados quando as chaves são perdidas”, afirma a companhia.
A Fujitsu pretende, assim, contribuir para a expansão de campos aplicáveis onde blockchain pode ser usado, o que inclui diversas áreas, como finanças, logística, supply chain e gestão de documentos oficiais.
O centro de investigação está em testes sobre a aplicabilidade do blockchain e pretende comercializar as tecnologias ainda durante o ano de 2017.
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