A Fujitsu, com a ajuda da Intel, desenvolveu uma tecnologia capaz de revolucionar a forma como os dados são transferidos entre os servidores. A empresa canaliza luz para acelerar esta transferência.
A tecnologia mais antiga e mais lenta de cobre foi substituída nas máquinas e os centros de dados poderão agora ter um futuro sem fios.
Na fábrica de Augsberg, na Alemanha, a Fujitsu revelou dois servidores Primenergy RX200 ligados a caixas de expansão, através de um cabo ótico com dez metros. A luz foi usada para transferir dados entre os sistemas.
O hardware de transferência de dados óticos é baseado em tecnologia fotónica de silício, da Intel, que usa a luz para passar grandes quantidades de dados em alta velocidade e com pouca energia.
As caixas de expansão Primergy têm drives de estado sólido e co-processadores Intel Xeon Phi.
A conexão ótica é baseada na versão ótica da especificação PCI – Express, o protocolo OPCI – Express da Intel. A luz e os lasers ajudam a mover alguns componentes para uma maior distância das CPU.
Os servidores vão ser assim mais pequenos e possuir uma maior capacidade de armazenamento e os co-processadores podem ser agregados em caixas dedicadas. Os custos de energia e refrigeração também poderão ser reduzidos.
Com o lançamento de KATA 7.0, as organizações podem agora beneficiar de capacidades melhoradas de…
Novos monitores Predator X32 X2 e X27U X1 oferecem imagens de jogo nítidas, com uma…
Adolfo Martinho sucede a Manuel Maria Correia, que liderou a empresa em Portugal desde a…
A Kaspersky descobriu centenas de repositórios de código aberto infetados com malware multifacetado, dirigidos a…
O Researcher e o Analyst vão começar a ser disponibilizados para clientes com licença do…
Ao longo da sua carreira, Ricardo Morais assumiu responsabilidades em gestão de clientes e desenvolvimento…