O sensor de gás opera com um novo princípio, em que um transistor de silício é substituído por grafeno. Este material em que os átomos de carbono estão dispostos numa folha de um átomo de espessura, ajuda a medir componentes específicos dos gases.
A solução é dez vezes mais sensível ao dióxido de nitrogénio (NO2) e a Fujitsu acredita que a nova tecnologia permitirá medições em tempo real da qualidade do ar.
Além disso, a empresa está a planear desenvolver um sensor altamente sensível e portátil que pode ser usado como um termómetro para medir gases presentes na respiração humana para detecção precoce de doenças.
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