* em Munique
A empresa nipónica já proporciona serviços de segurança geridos a partir do Reino Unido, Alemanha, Finlândia e Espanha, através daquilo a que chamam Security Operation Centers (SOC), sendo agora o objetivo trazer para o mercado EMEIA uma gama mais vasta de soluções de segurança que, atualmente, só estão disponíveis no Japão.
Quanto ao que este negócio deverá representar no negócio europeu, Duncan Tait, Director and Corporate Executive Officer não pode anunciar valores, tendo no entanto avançado que o negócio da cibersegurança está a crescer de trimestre a trimestre entre 12% and 20%.
“E quero potenciar este crescimento, nomeadamente introduzindo mais analítica na cibersegurança e ajudando os nosso clientes a prever potenciais ataques”.
O executivo diz que novos anúncios, com mais pormenores, deverão acontecer nas próximas semanas.
Assim, a Fujitsu pretende ajudar as empresas a fortalecer a sua resiliência contra ciberataques como parte de uma nova oferta de segurança globalmente integrada. Aliás, na conferência de imprensa Duncan Tait, disse aos jornalistas que uma das palavras que os executivos pronunciam em qualquer reunião, seja a empresa de que indústria for, governo ou banca, é precisamente cibersegurança.
A empresa pretende, assim, salvaguardar os bens dos clientes e sustentar a continuidade do negócio através do fornecimento de uma monitorização contínua do sistema para ajudar a repelir qualquer forma de ataque ou ameaça online.
Sob a marca Surient, a Fujitsu também está a expandir a gama recém-introduzida de soluções de segurança no Data Center a nível físico na região EMEIA.
A empresa avançou que a primeira solução, Surient MRS está disponível no imediato. “Esta é uma solução de rack que usa a tecnologia de autenticação biométrica Fujitsu PalmSecure para proteger e registar o acesso a racks bloqueadas nas quais são executados processos sensíveis, confidenciais ou críticos para o negócio dentro de um data center”.
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