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Fuga de dados e vulnerabilidades atingem números record em 2016

O crescimento da cibercrime é uma realidade que tem de ser combatida com prevenção, o nível de sofisticação do cibercrime não permite que as empresas não estejam minimamente preparadas. Estamos na era da digitalização nada pode ser descurado. A fuga de dados, onde se inclui o roubo de cartões de crédito, palavras-passe e dados de saúde pessoais, são ciberataques que continuam a crescer.

No entanto em analise aos relatórios das empresas que se dedicam a prevenção de ciberataques pode ver-se um aumento muito elevado de cibercrimes relacionadas com dados não estruturados, como arquivos de email, documentos empresariais, propriedade intelectual e código fonte. 

As vulnerabilidade detectadas  devem constituir para os gestores uma preocupação que de alguma forma devem olhar para a prevenção destes ataques às suas empresas com maior responsabilidade. Existem no mercado um conjunto de soluções para prevenir o pior. Cabe as empresas a responsabilidade de diminuir este tipo de ataques, garantido um melhor ambiente para a economia, para os setores onde se está inserido.

A Digitalização das empresas facilita alguns processos de testes de vulnerabilidade, podendo mesmo os empresários com opções de novas estratégias para a sua área de TI resolver um conjunto de problemas quase de forma definitiva, contribuindo assim para a diminuição deste tipo de extorsão.

O relatório da IBM,  X-Force Threat Intelligence Index, traça um retrato objetivo das fragilidades detetadas nas empresas em 2016. Este relatório conclui que o número de dados comprometidos cresceu num valor histórico de 566% em 2016, de 600 milhões para mais de 4 mil milhões. 

A Trend Micro, divulgou também  o seu relatório anual de segurança, “Balanço de segurança 2016: ano recorde para as ameaças empresariais”, que demonstra que 2016 foi o ano da extorsão online. As ciberameaças alcançaram o seu ponto alto em 2016, sendo o ransomware e a fraude baseada em emails corporativos (BEC, na sigla em Inglês) as ameaças mais recorrentes entre os cibercriminosos especializados na extorsão empresarial. Este relatório mostra ainda que houve um aumento de 752% nas novas famílias de deste tipo de ataque que ficou marcado no ano passado por US$ 1 bilhão de perdas econômicas para as empresas em todo o mundo.

João Miguel Mesquita

Desde 1998 que está diretamente ligado às TI. Tendo desenvolvido a sua atividade profissional em projetos como Portugalmail, IOL (Grupo Media Capital), Terravista (Grupo T -Deutsche Telekom) , e Jornal Digital do Norte. Estudou Direito na Universidade Autónoma de Lisboa. É COO e Editor-inChief do Grupo Netmediaeurope/America no Brasil e Portugal. Gestor de projetos e-business, e editor. É um entusiasta do impacto das TI nas industrias criativas.

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