No Sábado, todos os voos da BA de Heathrow e Gatwick foram suspensos dado que os passageiros não conseguiam deixar as suas bagagens e fazer o check-in por falha do sistema informático. No domingo, alguns voos foram autorizados mas, segundo o The Guardian, cerca de 200 voos em Heathrow não foram efectuados, tendo continuado a registar-se atrasos em ambos os aeroportos.
Hoje, de acordo com um tweet da empresa, a situação em Gatwick está normalizada e no seu hub mais importante, Heathrow, pelos menos os voos de longo curso devem ser retomados.
A falha do sistema de TI da BA originou também que o site da companhia área estivesse em baixo cerca de duas horas. A empresa já veio a público reiterar que não se tratou de um ciberataque mas sim de um problema de falta de alimentação.
A situação pode levar a milhões de libras de indemnizações aos clientes dado que as leis europeias prevêem que as companhias áreas compensem os lesados quando há atrasos superiores a três horas e em que a responsabilidade seja da empresa.
O ano passado, a Delta Airlines perdeu 100 milhões de dólares devido a uma falha informática no seu data center que causou inúmero atrasos nos voos e a situação da BA não parece ser diferente.
Além do valor monetário imediato, há ainda que considerar danos à reputação da empresa, assim como o tempo que demorará a que tudo esteja completamente operacional.
Segundo Mick Rix, do sindicato da aviação do Reino Unido, em declarações ao jornal britânico The Guardian, a situação deve-se à tercearização do departamento de TI da BA. “Isto poderia ter sido evitado. Em 2016, a BA considerou redundantes centenas de dedicados colaboradores de IT e começou a trabalhar em regime de outsourcing na Índia”.
De acordo com o TechCrunch, o novo sistema de TI da companhia área já teve cinco crashs, só este ano, o que revela que a empresa poderá ter de investir urgentemente nesta área.
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