Um tribunal de Nova Iorque definiu que os utilizadores dos Facebook podem ser obrigados a entregar fotografias e outras informações relevantes para uma determinada litigação, mesmo que essas fotos ou informações estejam publicadas como “privado”.
O Tribunal de Recurso reintegrou uma decisão de um juiz de um julgamento que exigia que uma mulher, residente em Manhattan, que estava incapacitada por causa de um acidente de equitação para entregar ao proprietário do cavalo uma série de fotografias tiradas antes e depois dos seus ferimentos.
Apesar de as fotografias estarem publicadas em privado, a juíza Janet DiFiore afirmou que é apropriado exigir a divulgação de materiais que são “razoavelmente calculados” para conter evidências “materiais e necessárias”.
Após uma queda em junho de 2011, Kelly Forman viu-se reclusa na sua própria casa depois de sofrer uma lesão na coluna e danos cerebrais, fruto de uma queda de cavalo. Forman acusa Mark Henkin de negligência enquanto tentava subir para o cavalo através de um estribo defeituoso que acabou por se partir. Para se defender das alegações de Forman, Henkin pediu acesso a toda a conta “privada” do Facebook.
Em fevereiro de 2014, Henkin viu o seu pedido ser acedido, mas um ano depois, em 2015, um juiz voltou atrás com a decisão por acreditar que Mark Henkin ia numa “expedição” à procura por uma prova. Agora, Janet DiFiore deu razão ao primeiro juiz.
Com o lançamento de KATA 7.0, as organizações podem agora beneficiar de capacidades melhoradas de…
Novos monitores Predator X32 X2 e X27U X1 oferecem imagens de jogo nítidas, com uma…
Adolfo Martinho sucede a Manuel Maria Correia, que liderou a empresa em Portugal desde a…
A Kaspersky descobriu centenas de repositórios de código aberto infetados com malware multifacetado, dirigidos a…
O Researcher e o Analyst vão começar a ser disponibilizados para clientes com licença do…
Ao longo da sua carreira, Ricardo Morais assumiu responsabilidades em gestão de clientes e desenvolvimento…