A Huawei está a virar as suas atenções para os mercados europeus. Com esta estratégia, a fabricante chinesa espera conseguir potenciar o seu crescimento, depois de os Estados Unidos a terem repudiado sob alegações de envolvimento em operações ocultas de espionagem.
Anos depois de Washington ter fechado as portas do mercado norte-americano à Huawei, acusada de estar a trabalhar com o governo chinês em programas de espionagem, o CEO Ren Zhengfei quer estender o negócio até à Europa. Esta jogada permitirá à Huawei potenciar o seu crescimento e explorar novas fontes de receitas.
Durante o World Economic Forum, que está a decorrer em Davos, na Suíça, o diretor executivo da fabricante tecnológica disse à Bloomberg que a Huawei não vê qualquer necessidade em expandir-se aos Estados Unidos, afirmando que existem muitos outros mercados nos quais a empresa certamente será bem-sucedida.
Por várias vezes a Huawei fora acusada de permitir que a sua tecnologia fosse usada pelo governo chinês para conduzir operações de espionagem em território norte-americano.
Ren Zhengfei disse que 70 a 80 por cento das receitas da Huawei são geradas para lá das fronteiras do seu mercado doméstico.
“Investir no estrangeiro é sempre arriscado”, disse o CEO, acrescentando que as operações da Huawei estão confortavelmente disseminadas, pelo que a queda de um dos seus mercados é razoavelmente atenuada pelos restantes onde atua.
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