Apesar de o mundo ansiar pelo momento em que os dispositivos do quotidiano estarão conectados, Kaspersky voltou a alertar para os perigos desta transformação. Segundo o especialista em segurança informática, a internet das coisas vai criar novas portas para os hackers se infiltrarem nas casas e empresas.
“Tenho receio de que, num futuro próximo, assistiremos a incidentes muito graves, talvez mesmo globais, provocados por ataques dirigidos a sistemas Mac ou Android”, disse.
Mas os ataques podem também estender-se a equipamentos com câmara. Os hackers podem, por exemplo, infiltrar-se numa televisão inteligente para difundir uma mensagem a exigir um resgate, para que em troca as vítimas possam continuar a ver televisão.
Como explicou Kaspersky, “escolha qualquer dispositivo – e pense sobre os possíveis cenários para ataques criminais, e no tipo de lucro que daí podem retirar”. Isto inclui roubar detalhes de uma conta de mobile banking ou obter dados médicos a partir de um smartwatch ou equipamento de fitness.
Eugene Kaspersky avançou que, apesar de as empresas de segurança analisarem os possíveis cenários criminais relativamente a um novo dispositivo, como uma “smart TV”, é de esperar que os criminosos os ataquem também no futuro.
A Kaspersky Lab revelou recentemente que detetou 2,2 mil milhões de ataques a computadores e dispostivos móveis só no primeiro quadrimestre de 2015, o dobro do volume bloqueado em igual período do ano passado.
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