Estudo da Aon apresenta lista de riscos que preocupam empresários

Em segundo e terceiro lugar na lista das preocupações dos empresários nacionais estão os danos à reputação da marca/negócio e o preço das commodities. Em estreia e diretamente para o Top 10 deste estudo bienal entra o risco cibernético.

À escala global, o estudo Global Risk Management Survey de 2017 da Aon, indica que as tendências da economia, demografia e geopolítica, em conjunto com os avanços tecnológicos estão a transformar as ameaças tradicionais dos negócios em globais, acrescentando uma nova urgência e complexidade a velhos desafios. Pela segunda vez consecutiva, o dano à reputação da marca/negócio surge destacado com a classificação mais alta. Já os defeitos de produto, práticas comerciais fraudulentas e a corrupção continuam a ser as principais ameaças à reputação, sendo que as plataformas de redes sociais têm aumentado o seu impacto, tornando assim as empresas mais indefesas.

Ao Top 10 das maiores preocupações regressa o risco político, ao mesmo tempo que diminui, de 39%, em 2015, para os atuais 27%, o tempo de preparação para o risco. São os países mais desenvolvidos, por norma associados à estabilidade política, que se estão a transformar nas novas fontes de volatilidade e incerteza. Isto torna-se preocupante para as empresas, em especial para as que operam em mercados emergentes. Segundo os últimos Mapas de Risco de Aon em 2017, que analisam o Risco Político, Terrorismo e Violência Política, o protecionismo comercial está em ascensão, enquanto os rácios de terrorismo e violência são os mais altos desde 2013. Já a preparação para o risco está no seu nível mais baixo desde o início deste estudo, em 2007.

O estudo prevê que, em 2020, o risco de Tecnologias e Inovações disruptivas integrem a lista de principais riscos.

Para Pedro Penalva, CEO da Aon Portugal, é “certo que estamos a viver uma nova realidade, há muitas novas influências que estão a criar oportunidades, e simultaneamente riscos que precisam ser geridos de forma mais sofisticada com uma abordagem transversal para uma eficaz gestão de riscos.”

Para mais informações, pode consultar o estudo completo aqui.

Liliana Barragão

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