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Estão as empresas preparadas para a Maturidade Digital?

Um estudo divulgado pela Ricoh Europe mostra que a vontade das empresas em modernizar as suas operações e entrar definitivamente na Maturidade Digital é maior do que nunca. Apesar da existência de alguns obstáculos, as vantagens parecem compensar.

 

As pequenas empresas são as que se mostram mais confiantes em alcançar a Maturidade Digital, ou seja, a atualização e modernização dos seus serviços por meio das tecnologias inovadoras de que podem dispor. O resultado é de um estudo divulgado pela Ricoh Europe e realizado pela Coleman Parkes.

Os negócios de menor dimensão e presentes na indústria financeira poderão ser os mais preparados para esta mudança, que pretende tornar o negócio totalmente digital. 79 por cento explica ter meios para uma otimização rápida dos processos e 70 por cento afirma estar numa posição melhor em relação aos concorrentes. O facto de serem negócios mais pequenos deverá funcionar como uma vantagem já que uma equipa com menos profissionais, por exemplo, torna-se mais ágil.

O interesse e a vontade em mergulhar nas vantagens da Maturidade Digital faz parte da generalidade das empresas, embora reconheçaam as dificuldades que possam advir dessa mudança. Cerca de 50 por cento dos inquiridos apontou alguns desafios, como a concretização do objetivo sem o apoio de um parceiro externo ou a adaptação da organização do trabalho e dos profissionais às atualizações, situação que requer tempo e empenho. Ainda assim, 71 por cento dos negócios esperava atingir a maturidade digital em 2019.

Já as vantagens deverão refletir-se no sucesso económico das empresas. No setor dos serviços financeiros, 73 por cento dos inquiridos prevê resultados positivos diretamente nos lucros através desta maturidade digital e cerca de 60 por cento afirma que a mudança poderá ter um impacto benéfico no interesse de potenciais investidores ou clientes.

De acordo com este estudo, o alcance da Maturidade Digital decorre também da necessidade de resposta aos novos modelos de transações económicas exigidos pela conhecida Geração Y, que utiliza a internet e os dispositivos móveis para enfrentar a generalidade das questões.

O vice-presidente executivo da Ricoh Europe, Carsten Bruhn, vê a situação por dois prismas: se por um lado “isto significa que a maioria das empresas de serviços financeiros estão no caminho certo para digitalizar outros aspectos do seu negócio, bem como a jornada do serviço ao cliente”, por outro “demasiadas empresas acreditam ainda que têm tempo para se atualizarem relativamente ao digital – poderão ter uma surpresa bastante desagradável. A grande questão, no fundo, é: as empresas que não adotem totalmente o digital, poderão sobreviver?”.

Filipa Almeida

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