Um dos pontos que se destaca neste ponto é claramente o custo que a mudança acarreta. As empresas tendem a olhar apenas para os custos e não para as oportunidades e benefícios que podem retirar de uma mudança desta natureza. Por outro lado, o facto de ficarem dependentes de um fornecedor também surge como factor de dissuasão. O chamado “Provider Lock-in” faz com que a administração da empresa questione os CIOs sobre a perda de autonomia nesta área, obrigando mais tarde ou mais cedo a outros investimentos, perdendo o controlo sobre orçamentos.
É exatamente essa a questão do provider lock-in, referido na questão acima. Depois de ter uma certa dimensão de produtos subscritos com um fornecedor de cloud, a complexidade de migrar aumenta bastante e não existem standards que realmente assegurem uma migração pacifica. isto faz com que as empresas fiquem presas a um fabricante, perdendo autonomia e controlo sobre a escalabilidade da empresa.
A IDC (International Data Corporation) divulgou uma pesquisa na qual expressa que no primeiro trimestre do ano passado os investimentos globais em cloud eram cerca de 26%, enquanto que o mesmo número, quando se trata de investimentos na infraestrutura física, aumentaram 6,1%. Confirmam esta tendência?
O que sentimos é uma predisposição para adoção de cloud sempre que falamos de novos projetos e uma continuidade de onprem para o que já existe ou serviços críticos. Talvez esta observação vá de encontro com as estatísticas do IDC
Aqui temos um problema com as designações. Quando falamos de private cloud podemos estar a falar de infraestrutura física do cliente ou de um modelo de IaaS com hardware dedicado a um cliente, em relação ao IaaS a tendência sim é para descer.
A mentalidade está bastante aberta e para alguns serviços, como por exemplo o e-mail, já não encontramos objeções por parte das empresas.
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