ESPECIAL | Closer: cloud já representa 30% do volume de negócios

Uma vez que há uma menor preocupação com a aquisição de servidores e espaço disponível, os responsáveis portugueses começam a ver os dados como ativos das organizações, passando a questão do disco a ser encarada como uma commodity, adotando assim uma preocupação em guardar os dados, diz João Pires da Cruz, Partner e co-fundador da Closer.
O tema governança é, hoje, a principal dúvida das empresas quando pensam a sua abordagem ao cloud computing? Que outras dúvidas assolam os vossos clientes?
A segurança é uma dúvida comum, pois ainda existe o mito de que o que está na cloud fica menos seguro do que on premise. É um mito pois o acesso à informação na cloud é mais restrito e pode ser bastante mais auditável e controlável.
O que tem vindo a mudar, em Portugal, na adoção do cloud computing por parte das empresas?
Uma maior disponibilidade para o armazenamento de informação, o que na maioria dos casos não ocorria. Uma vez que há uma menor preocupação com a aquisição de servidores e espaço disponível, os responsáveis começam a ver os dados como ativos das organizações, passando a questão do disco a ser encarada como uma commodity, adotando assim uma preocupação em guardar os dados.
Mais do que uma guerra pelas infraestruturas, agora vamos ter uma verdadeira luta pelas aplicações?
A guerra das infraestruturas passa a ser uma guerra à parte. O que se passa agora é que tudo o que é infraestrutura informática tem a mesma importância que fornecimento da eletricidade ou água.
Que percentagem do vosso negócio é já conquistado através deste modelo?
Já atinge os 30%.