“As empresas querem saber que medidas podem implementar para estarem melhor protegidas, quais os vetores de ataque a que estão mais expostas e como é que podem implementar uma política de segurança que tem em consideração as novas ameaças”, disse à B!T Nuno Periquito, Head of Marketing da AnubisNetworks.
Relativamente às PME, este player diz que globalmente possui sistemas de segurança e budget. Mas devido ao grau de exposição que enfrentam num mercado cada vez mais globalizado e digital, o risco aumenta. “E com isso a preocupação de encontrar soluções mais eficazes e sofisticadas”, diz Nuno Periquito.
De resto, diz este responsável que os desafios em 2016 serão muito semelhantes aos de 2015. “A cibersegurança vai continuar no topo da agenda dos gestores e o mercado vai continuar a crescer fruto dessa preocupação e prioridade”, explicou.
“Continuaremos a assistir a alguma consolidação no mercado internacional e ao aparecimento de novas empresas muito orientadas a responder a problemas específicos”.
Por outro lado, o BYOD e o malware em smartphones são apenas alguns dos temas que a AnubisNetworks garante que continuaremos a ouvir falar, juntamente com uma maior preocupação, por parte das empresas, em desenvolverem uma política de segurança integrada e adaptativa.
Claro que falando em segurança, o tema cloud tem sempre de ser posto em cima da mesa, até porque vai trazer novos desafios por parte das empresas. “A maior parte das organizações não têm uma política de segurança equivalente à dos grandes fornecedores de cloud pelo que ao migrarem estão efetivamente melhor protegidos. A grande preocupação passa por conhecer e validar quais as políticas de segurança do seu fornecedor de cloud e verificar se existem fragilidades que podem comprometer o negócio”, diz Nuno Periquito.
A verdade é que depois de terem sido comprometidas, as empresas ganham uma noção muito mais clara do valor dos seus dados. “Dependendo da dimensão e sector de atividade assim varia o investimento realizado pelas empresas na sua política de segurança mas, num mercado cada vez mais digital, a preocupação com os dados e o risco que representam é um tema que cada vez mais é discutido ao nível do concelho de administração”.
De resto, o executivo admite que os vetores de ataque são variados mas os recursos internos, seja com ou sem dolo, continuam a representar um grande risco. “Por esta razão é importante a questão da formação, das melhores práticas de segurança para desta forma mitigar o risco”.
O BYOD é um tema novo e ainda existe muita incerteza sobre qual a melhor estratégia. Nuno Periquito diz que a AnubisNetworls tem assistido por parte das empresas a um espectro bastante alargado de abordagens desde políticas mais restritivas em que aplicações e informação critica não pode circular por devices não sancionados pela organização como uma postura mais liberal onde não existe qualquer controlo. “Com o tempo e uma aprendizagem dos diferentes contextos chegaremos a um compromisso”.
Com o lançamento de KATA 7.0, as organizações podem agora beneficiar de capacidades melhoradas de…
Novos monitores Predator X32 X2 e X27U X1 oferecem imagens de jogo nítidas, com uma…
Adolfo Martinho sucede a Manuel Maria Correia, que liderou a empresa em Portugal desde a…
A Kaspersky descobriu centenas de repositórios de código aberto infetados com malware multifacetado, dirigidos a…
O Researcher e o Analyst vão começar a ser disponibilizados para clientes com licença do…
Ao longo da sua carreira, Ricardo Morais assumiu responsabilidades em gestão de clientes e desenvolvimento…