Businessman draws cloud network on abstract icon
Em termos de negócio, o executivo admite que houve alterações significativas face a 2014. “Sentimos que os clientes querem modernizar o seu negócio com novos canais, aplicações, forma de interação com os seus clientes”. E realçou que em 2015 houve uma maior procura por inovação versus “keep the lights on”.
Assim, o responsável pelo negócio da NetApp em Portugal sentiu um maior investimento em 2015 quando comparado ao período homologo anterior. “No mercado de gestão de informação houve alguma movimentação / consolidação de alguns players mas continua-se a registar uma grande preocupação sobretudo com a proteção dos dados. Talvez a grande diferença frente a anos anteriores tenha sido a do maior número de clientes que já avaliaram a hipótese da sua proteção de dados estar residente numa Cloud e não on-premisses”.
Aliás, em termos de mercado houve dois momentos destacados por Daniel Cruz: uma grande atividade do mercado pré-eleições e um abrandamento do mercado pós-eleições.
“Acreditamos que sem dúvida 2016 será um ano de consolidação / massificação da transformação digital. Acreditamos que o mercado irá crescer moderadamente mas com bastante inovação”.
E em que se baseiam para terem essas expectativas? Basicamente, diz Daniel Cruz, porque as várias companhias têm como base aos seus principais desafios tecnológicos os quatro pilares da terceira plataforma: Big Data, Cloud, Mobility e Social Business.
“A crescente incorporação dos equipamentos móveis como parte integrante da estratégia enterprise das companhias e o aumento da utilização de location based services vão permitir o lançamento de vários serviços como uma nova experiência de utilizador bastante mais rica”.
Na componente dos dados, continua o gestor, as empresas cada vez mais estão preocupadas com a interoperabilidade entre clouds e de que forma se conseguem movimentar os dados de uma forma simples entre elas. “A NetApp já apresenta várias soluções tecnológicas para estes desafios permitindo aos seus clientes movimentar os seus workloads da sua Cloud privada para quaisquer clouds públicas nacionais ou internacionais como AWS ou Azure”.
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