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Ericsson junta-se a universidades para desenvolver 5G

Duas das mais reconhecidas universidades do globo estão a trabalhar em conjunto com a Ericsson para levar a cabo projetos de investigação na área do 5G. Tendo em vista perceber quais os reais efeitos desta tecnologia nas populações, a parceria deverá resultar numa presença mais forte da Ericsson neste mercado europeu.

King’s College de Londres e Technische Universität de Dresden foram as universidades escolhidas para participar num programa de investigação e desenvolvimento em parceria com a sueca Ericsson. O tema é a tecnologia 5G e o foco deverá estar no impacto global que este tipo de comunicações pode ter tanto para os utilizadores comuns como para as empresas.

Para além dos eventuais problemas técnicos e os desafios que o 5G acarretam, serão também analisadas as dificuldades de implementação desta tecnologia na sociedade, quais os seus benefícios para os utilizadores e que medidas poderão ser tomadas para facilitar a transição para a quinta geração.

2020 é a data apontada para a disponibilização generalizada do 5G, altura em que, de acordo com as estimativas da Ericsson, poderá haver até 50 mil milhões de equipamentos capazes de acederem a esta tecnologia e totalmente direcionados para as possibilidade de conexão entre diferentes dispositivos.

Entre as principais utilidades do 5G, a Ericsson destaca os serviços evoluídos de banda larga móvel, a crescente utilização para ligações máquina-a-máquina e a distribuição de conteúdos media. Nesse sentido, as colaborações levadas a cabo pela Ericsson têm como objetivo cimentar o seu compromisso com a inovação tecnológica da Europa enquanto se aproxima de parceiros essenciais para o desenvolvimento desta tecnologia.

A aposta em parcerias com universidades não é uma novidade para a tecnológica sueca que, nos últimos anos, tem firmado acordos com outras instituições de investigação incluindo a Lund University ou o Royal Institute of Technology. As expectativas para a mais recente união passa por “acelerar a dinâmica em torno das cidades inteligentes sustentáveis, da Internet das Coisas e a evolução das indústrias potenciadas com o 5G no Reino Unido e na Alemanha”, como refere Valter D’Avino, responsável da Ericsson para a Europa central e ocidental.

Filipa Almeida

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