O GDPR, que irá entrar em vigor a 25 de maio de 2018, não irá afetar apenas as empresas dentro da UE, irá estender-se globalmente e ter impacto sobre qualquer empresa que ofereça bens ou serviços a residentes na UE, ou que monitorize o comportamento dos mesmos, por exemplo, registando os seus hábitos de compra. O estudo indica que 47% das empresas em todo o mundo duvidam que irão conseguir cumprir o prazo estipulado.
Os resultados da pesquisa no “The Veritas 2017 GDPR Report”, em que foram entrevistados mais de 900 decisores séniores em 2017, em toda a Europa, E.U. e Ásia-Pacífico, revelaram que 21% estão muito preocupados com potenciais reduções de pessoal e que cerca de 20% afirmou mesmo recear que o não cumprimento possa obrigá-los a encerrar. Isto face às potenciais multas por não cumprimento, que poderão atingir os 20 milhões de euros ou 4 por cento do volume de negócios anual.
As empresas estão, também, preocupadas com o impacto que o não cumprimento possa vir a ter na sua imagem de marca. Mais de um em cada dez (12%) estão muito preocupados que a sua marca possa ser depreciada em resultado de uma cobertura negativa.
O estudo mostra também que muitas empresas parecem estar a enfrentar sérios desafios, tentando compreender quais os dados que têm, onde é que os dados se encontram, e qual é a relevância dos mesmos para a empresa.
Assim, 32% dos inquiridos receiam que a tecnologia que utilizam atualmente não seja capaz de gerir os seus dados eficazmente, algo que poderá prejudicar a sua capacidade de pesquisar, descobrir e analisar dados. Além disso, 39% declaram que a sua empresa não pode identificar e localizar dados relevantes com precisão. Esta é uma competência essencial para o cumprimento do GDPR.
Por outro lado, apenas menos de um terço (31%) dos inquiridos pensa que a sua empresa está preparada para o GDPR.
“Falta pouco mais de um ano para o GDPR entrar em vigor, no entanto, empresas por todo o mundo ainda têm a mentalidade ‘longe da vista, longe do coração’. Não importa se a empresa está ou não sediada na União Europeia. Se a empresa levar a cabo negócios na região, o regulamento é aplicável”, afirmou Mike Palmer, vice-presidente executivo e CPO da Veritas.
“Ao ler e tomar conhecimento das conclusões que saem destes relatórios e estudos baseados em pesquisas de mercado reais e independentes, torna-se bem claro que o passo seguinte mais sensato será procurar um serviço de aconselhamento que possa verificar o nível de preparação e construir uma estratégia que assegure o cumprimento do regulamento. O não agir agora, pode vir a trazer graves consequências para as empresas, nomeadamente poderá colocar em risco postos de trabalho, a reputação da marca e a própria existência da empresa”, disse Pedro Vieira, Diretor de Desenvolvimento de Negócio da CESCE SI.
Para aceder ao relatório completo da Veritas, clique aqui.
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