O caso é polémico, tem contornos técnicos complexos e está a polarizar Silicon Valley – por um lado, vários executivos mostraram-se a favor da Apple; por outro, o apoio foi tímido e Bill Gates disse mesmo que o FBI devia poder entrar neste iPhone. O facto de isso ser possível em teoria, se a empresa desenvolver uma versão do iOS que “desligue” a formatação automática em caso de 10 tentativas erradas do código de entrada, está a ser abordado por engenheiros da Apple.
É que os dados no telefone estão encriptados, mas o iPhone tem uma funcionalidade de resolução de problemas técnicos que permite à Apple fazer um update do sistema operativo sem introdução do código numérico de desbloqueio. É isto que o FBI quer explorar, forçando a Apple a introduzir uma versão modificada do iOS que não formate o telefone quando for bombardeado com milhares de combinações numéricas, até acertar. A Apple, como se sabe, desobedeceu à ordem.
A empresa admitiu na semana passada que pondera um update de segurança, na sequência desta guerra com as autoridades. Agora, o New York Times cita fontes da empresa e analistas de segurança, sob anonimato, dizendo que a Apple está a olhar para formas de resolver a vulnerabilidade. A marca pretende criar obstáculos técnicos ainda maiores às autoridades, que neste momento têm 13 pedidos de arrombamento pendentes – o caso do iPhone 5c de Syed Farook é um deles, e o único ligado ao terrorismo. Mesmo que o FBI consiga obrigá-la a produzir esta “chave mestra”, uma forma de isto não abrir um precedente é forçar as autoridades a usarem outro método no futuro, no caso de quererem entrar em iPhones bloqueados por código-passe.
Especialistas de empresas de segurança dizem ao NYT que têm mantido conversas com a Apple e enviaram ideias de como chegar a uma solução. A segurança e privacidade são parte integrante da cultura da Apple e essenciais na forma como se posiciona no mercado.
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