O estudo da Juniper Research, “Sharing Economy: Opportunities, Impacts, and Disruptors 2016-2020“, debruça-se sobre o impacto de novos modelos de negócio, como os da Uber, Airbnb e TaskRabbit – que se tornaram os maiores exemplos do conceito de economia de partilha. Em 2015, este segmento gerou 5,7 mil milhões de euros, preparando-se para explodir no final da década.
A consultora refere que várias indústrias já sofreram disrupção devido aos novos modelos e mais sectores tradicionais irão passar pelo mesmo nos próximos anos. “Por exemplo, fornecedores de serviços pessoais partilhados, como a TaskRabbit, Airtasker e a plataforma japonesa Anytimes, vão ver as suas soluções tornarem-se populares junto dos consumidores que querem manter um equilíbrio saudável entre o trabalho e a vida privada, visto que permitem poupar tempo”, explica a Juniper Research.
Algumas indústrias vão ter o maior impacto nos próximos dez anos: a consultora aponta para os sectores da entrega e da produção.
“A produção partilhada é uma destas indústrias emergentes, com apoio de grandes players e espaço significativo para crescimento e desenvolvimento”, lê-se no relatório do estudo.
Um dos autores, Lauren Foye, explica que a GM já opera a sua plataforma FirstBuild com o conceito da inovação colaborativa. “Outros fornecedores, como a TechShop, dão acesso a workshops tecnologicamente avançados, reduzindo o tempo de produção para protótipos e conceitos, ao mesmo tempo que ajudam na escalabilidade de projetos de produção desenhados por startups”, refere o investigador.
Por outro lado, a Uber lançou o serviço de entregas locais UberRUSH e UberEATS, que recorre aos condutores freelance para fazerem entregas de comida e pequenas encomendas, uma disrupção no sector da logística. A Juniper Research tem um white paper disponível sobre o tema – Sharing Economy ~ Uber Disruptive.
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