Menos de um quinto (19%) das impressoras em ambientes comerciais em toda a Europa, Médio Oriente e África são sistemas de inkjet. Isto ocorre “apesar de oferecerem uma oportunidade potencialmente enorme de poupança de energia versus laser”, de acordo com novas pesquisas da Epson.
Com os preços da energia a aumentar “a um ritmo astronómico”, mais de metade (54%) dos inquiridos portugueses dizem querer reduzir os custos da energia.
Além disso, 64% dizem estar preocupados com o uso de energia das impressoras dado o aumento dos custos de energia.
Estas são algumas das conclusões de um estudo da Epson, realizado a mais de 5.500 decisores, utilizadores e influenciadores de Tecnologias de Informação (TI) em todo o mundo, que mostrou que os entrevistados compreendem o papel que as impressoras a jacto de tinta podem desempenhar – e em Portugal não é exceção.
Mais de metade (54%) dizem que as impressoras a jacto de tinta “os ajudarão a atingir os seus objetivos de redução de custos”.
E mais de dois terços (69%) dizem querer uma melhor compreensão da poupança de energia “que poderia ser feita através da mudança do tipo de impressoras em uso”.
No entanto, a proporção de impressoras de jacto de tinta utilizadas em ambientes comerciais, em comparação com impressoras a laser, “permanece baixa, embora possam ser até 90% mais eficientes em termos energéticos, dependendo do tipo de impressora utilizada”.
Comentando as conclusões, Raúl Sanahuja, PR Manager & Social Media da Epson Ibérica, afirma que “no contexto da espiral de custos energéticos, é vital que as organizações aproveitem todas as oportunidades que se lhes oferecem para reduzir as despesas”.
Por seu lado, 71% dos portugueses afirmam que a gestão e controlo tecnológico da frota de periféricos “é uma parte importante e específica da política ambiental e de sustentabilidade da sua organização”.
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