A venda da divisão, que é a segunda maior produtora mundial de chips NAND, foi acordada na semana passada mas a assinatura foi adiada em virtude da Apple ter exigido novos termos sobre o fornecimento de chips.
A verdade é que a conferência de imprensa que deveria ter acontecido hoje, após a assinatura, foi cancelada. Aparentemente por falta de entendimento entre os 8 membros sobre o que deveria ser comunicado aos media. No entanto, Yuji Sugimoto, Head da Bain Capital no Japão, já assegurou que o contrato não está em causa.
Para que a venda seja bem sucedida, é ainda preciso ultrapassar algumas questões legais. Só depois será permitido à Toshiba um reinvestimento na unidade. De referir que, em conjunto com a Hoya, fabricante de peças para os chips, a empresa japonesa vai continuar a ter mais de 50 por cento do negócio, uma condição do governo japonês para a venda.
Além disso, há ainda a Western Digital, um dos licitadores rejeitados, que já indicou que vai colocar um recurso para evitar que o negócio vá para frente sem o seu consentimento, uma vez que é parceira de negócio da Toshiba.
Esta disputa destaca bem a importância que os chips de memória NAND têm na tecnologia atual e de próxima geração, como a inteligência artificial ou o IoT.
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