O percurso feito pelo drone, especialmente desenvolvido pela empresa portuguesa SleekLab, tinha início no Centro de Distribuições dos CTT e terminava na sede da empresa, no Parque das Nações. Por se tratar de uma área controlada pelo Aeroporto Humberto Delgado, o voo teve apenas uma altitude de 30 metros.
“O nosso serviço é, sem dúvida, uma mais valia para a distribuição de cartas ou encomendas. Um drone é mais rápido, mais silencioso, menos dispendioso e ninguém tem de perder tempo para se deslocar. Acreditamos que este será o método mais utilizado para a distribuição de pequena mercadoria, no futuro”, afirmou, em comunicado, Eduardo Mendes, CEO da Connect Robotics.
Os CTT conseguiram comprovar o potencial da tecnologia e irão analisar uma possível implementação mas para que tal seja uma realidade, há ainda várias etapas, além de ser necessária mais legislação nesta área.
A Connect Robotics, responsável pelo teste, já tinha realizado uma experiência com serviço de drones com a Santa Casa da Misericórdia e a Câmara Municipal de Penela. A iniciativa Marmita Voadora teve com objetivo a entrega de refeições ao último habitante da aldeia de Podentinho.
A startup é incubada no UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto e já recebeu apoio do Centro de Incubação de Empresas da Agência Espacial Europeia (ESA BIC Portugal) e do projeto europeu FIWARE.
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