A Gatewit foi considerada pelo Great Place to Work Institute a melhor empresa com menos de 100 colaboradores para se trabalhar em Portugal. Pedro Vaz Paulo, CEO disse à “B!T” que a estratégia para o futuro baseia-se fundamentalmente na internacionalização, a par da consolidação do mercado nacional, com a entrada em novos mercados, e pela aposta contínua na inovação. “Espera-se que os mercados internacionais representem uma fatia cada vez maior quer no volume de negócios, quer na faturação da empresa, contribuindo assim para tornar também Portugal num centro de excelência e know-how”.
Qualidade de trabalho reconhecida
E foram várias as áreas que alavancaram o negócio neste trimestre. Para Pedro Vaz Paulo, a qualidade do trabalho foi confirmada, “como se pode verificar no reconhecimento da Gartner, que destacou a Gatewit como um dos top três fornecedores de eProcurement. Este reconhecimento tem tido um efeito positivo e tem feito com que o nosso nome seja ainda mais conhecido a nível internacional”. Um reconhecimento, nas palavras do CEO, “merecido do nosso esforço, know-how e da nossa competência no sector de eProcurement, no qual nos temos focado ao longo dos anos e no qual queremos continuar a apostar, com novas soluções e novos clientes”. Aliás, Pedro Vaz Paulo apregoa que com uma liderança jovem e dinâmica a Gatewit estimula o empreendedorismo e a capacidade de assumir riscos, considerando a inovação um fator crucial de sucesso. “Esta filosofia aplica-se na nossa relação com os clientes e acionistas”. Para os próximos três meses, Pedro Vaz Paulo admite que a contratação pública desempenha um papel fundamental na Estratégia Europa 2020 como um dos instrumentos de mercado a utilizar para alcançar um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo, assegurando simultaneamente a utilização mais eficiente dos fundos públicos. “Neste sentido esta Diretiva tem contribuído para o aumento da atividade internacional em especial na Europa. Neste âmbito estamos a trabalhar em conjunto com entidades governamentais em Espanha, Alemanha, França, com consultoria e preparação dos processos de transição, para a utilização de meios eletrónicos nesses países”.
Internacionalização é o principal foco
Para a Gatewit, a estratégia para o futuro baseia-se fundamentalmente na internacionalização, a par da consolidação do mercado nacional, com a entrada em novos mercados, e pela aposta contínua na inovação. “Espera-se que os mercados internacionais representem uma fatia cada vez maior quer no volume de negócios, quer na faturação da empresa, contribuindo assim para tornar também Portugal num centro de excelência e know-how”. A Gatewit está também envolvida na Agenda Digital Europeia. A partir de 2016, o objetivo da Comissão Europeia é que a contratação pública comece a ser feita em todos os estados membros através de plataformas eletrónicas, que visa gerar poupanças aos contribuintes. “Estamos por isso numa posição privilegiada para responder positivamente a esta orientação, dado que somos líderes no mercado nacional e fomos a primeira empresa portuguesa a criar uma plataforma de compras eletrónicas adaptada à legislação em vigor. A nível europeu, o objetivo é, até 2020, reduzir cerca de 20% dos custos”. Aliás, Pedro Vaz Paulo acredita que o mercado português poderá servir de exemplo para os restantes países da União Europeia durante o processo de transição para o eProcurement. “Numa altura em que os orçamentos são ‘esticados’, as soluções de eProcurement preveem reduções de custo na ordem dos 30%, o que é claramente um valor muito significativo como parte da despesa global do setor público da UE. A adoção antecipada por muitas entidades do setor público indica a enorme expectativa de que o eProcurement terá um forte impacto no futuro das compras públicas”.
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