A partir do momento em que as empresas entraram em contacto com a Inteligência Artificial (IA), tornou-se ainda mais importante saber como esta tecnologia pode ser aplicada no quotidiano das empresas de forma ética e eficaz, tendo em conta o aumento das preocupações tanto dos colaboradores como dos consumidores. Atualmente, o desafio passa por desviar a conversa da Inteligência Artificial enquanto possível ameaça para os seres humanos e encorajar as empresas a abordarem a referida tecnologia enquanto complemento das capacidades dos seus trabalhadores.
Este processo deve começar pelos líderes empresariais que devem definir os princípios éticos orientadores do desenvolvimento da Inteligência Artificial nos seus departamentos, empresas, indústrias e setores específicos, trabalhando em estreita colaboração com os peritos em Inteligência Artificial, para que esta seja eficazmente implementada nas empresas.
Neste contexto, a Sage desenvolveu os quatro pilares básicos da aplicação desta tecnologia como fonte de crescimento empresarial:
“O perigo de banalizar e “criminalizar” a IA está a impedir-nos de explorar o amplo leque de possibilidades que esta tecnologia oferece às empresas. É fundamental abordar as questões éticas que a sua implementação implica. Enquanto empresa adaptada a esta tecnologia, é nossa responsabilidade facilitarmos o seu uso ao nossos parceiros, clientes e sociedade em geral”, afirma Kriti Sharma, vice-presidente de Inteligência Artificial da Sage. “Estamos conscientes de que os mais de 3 milhões de empresas com que trabalhamos, em 23 países, podem beneficiar das vantagens da IA para aumentar a sua produtividade. Mas precisamos que a indústria e os governos ajudem a ultrapassar as incertezas éticas que esta tecnologia coloca e promovam a discussão sobre as suas vantagens e possibilidades”, conclui. |
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