O comércio eletrónico móvel, ou m-commerce, atingirá os 626 mil milhões de dólares em 2018, de acordo com dados avançados pela Goldman Sachs. O aumento é fruto do crescente número de dispositivos móveis e da reconfiguração dos comportamentos de consumo.
De acordo com dados da Goldman Sachs, em 2014 gastaram-se, a nível mundial, cerca de 204 mil milhões de dólares em compras através de dispositivos móveis. Dentro de quatro anos, estima-se que esse valor tenha assomado aos 626 mil milhões de dólares.
Assim, espera-se que em 2018 os gastos em comércio eletrónico móvel estejam na mesma casa de grandeza dos gastos em e-commerce registados no ano de 2013 (638 mil milhões de dólares).
A crescente hegemonia dos dispositivos móveis está na base do fortalecimento do m-commerce. Hoje, os smartphones e tablets não são somente utilizados para efetuar compras através da Internet, mas também servem como “carteiras digitais”.
As tecnologias de NFC (comunicação por campo de proximidade), associadas a aplicações móveis de pagamento, permitem que o utilizador efetue uma transação através da mera aproximação do dispositivo a um terminal de pagamentos mobile. O Apple Pay, o Google Wallet, o SEQR e o MB WAY da Sibs são serviços de pagamento móvel, assentes em NFC, que potenciam o crescimento da esfera do m-commerce.
Algumas são já as lojas que permitem, através de uma aplicação mobile, que os clientes possam comprar artigos in store sem que tenham de se aproximar de uma caixa registadora. Dotando as suas equipas de vendas com tablets ou smartphones, os clientes podem efetuar compras em meros segundos.
Em Portugal, empresas como a McDonald’s, a Lannidor e a Starfoods (proprietária de cadeias com a Lojas das Sopas e a Companhia das Sandes) já adotaram terminais de pagamento automático que suportam tecnologia NFC.
O Banco Popular lançou recentemente a sua aplicação Popular ON para dispositivos móveis. Contudo, esta app serve só ainda para efetuar “pagamentos através de referências ou transferências”, disse o banco à B!T, assegurando que nos próximos tempos novas funcionalidades serão acrescentadas.
A tendência para os anos vindouros é que o m-commerce continue a ganhar peso, e que venha mesmo a reconfigurar o próprio setor do retalho e os comportamentos de consumo dos indivíduos.
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