Entre as vantagens distinguidas pelo Great Place to Work estão a forma como a Cisco gere os seus colaboradores, que se orgulham de trabalhar na empresa e sublinham questões como a liderança honesta e forte ética. A ausência de discriminação, o orgulho nos resultados obtidos e a qualidade do acolhimento foram outros três aspetos muito valorizados e que mais contribuíram para a renovação do título.
“Isto mostra que o nosso programa People Deal está a fazer a diferença”, comenta diretora-geral da Cisco Portugal, Sofia Tenreiro, naturalmente orgulhosa da distinção. “Na Cisco, queremos que os nossos colaboradores estejam no seu melhor e isso significa que nós temos de lhes dar o nosso melhor também”, refere, algo que na empresa é conseguida com um ambiente aberto à exploração de novas ideias e incentivos ao cultivo das paixões. “Acredito que quando temos experiências tão positivas, não só somos mais felizes na nossa vida laboral mas também na nossa vida pessoal. E isso tem um valor inestimável.”
Nesta categoria aparece ainda outra empresa de tecnologias de informação, a Mind Source, em terceiro.
O Great Place to Work seleciona os vencedores com base na dimensão da organização. A categoria de empresas com menos de 100 trabalhadores é a que tem mais tecnológicas distinguidas. A vencedora foi a Diageo Portugal, empresa ligada a produtos alimentares, logo seguida pela EMC Portugal e com o SAS Institute em terceiro. Aparece ainda a Growin na posição 8.
Na categoria acima dos 250 trabalhadores, a melhor empresa é a Merck Sharp & Dohme, especializada em biotecnologia e farmacêutica, logo seguida pela ROFF, que ficou em segundo. Nesta lista aparece ainda a operadora NOS, em quinto, que o instituto refere ser uma nova entrada.
Além do título máximo, a Cisco também recebeu um segundo prémio na categoria de sustentabilidade e responsabilidade social corporativa, em reconhecimento da sua estratégia.
Organizado pelo Great Place to Work Institute, este estudo anual sublinha as melhores práticas de gestão e os melhores ambientes de trabalho em todo o mundo, numa avaliação que abrange organizações de 50 países e totaliza a participação de mais de 5500 empresas. A cerimónia portuguesa foi acompanhada do debate sobre como integrar a sustentabilidade na gestão.
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