Neste procedimento foi substituída a utilização de silício puro por silício germânio, sendo que tal se traduziu no aumento da mobilidade dos transístores, bem como no consumo reduzido da sua energia.
Hoje em dia, o padrão de chips que encontramos nas máquinas é de 14 nanómetros, pelo que, futuramente, será implementado o de dez nanómetros. Prevê-se, assim, que a tecnologia de 7 nanómetros demore ainda alguns anos a chegar ao mercado.
Tendencialmente, os novos modelos de chips serão cada vez mais diminutos, na medida em que, com o passar dos anos, se vai assistindo a uma diminuição, em cerca de 50 por cento, da área necessária por uma dada quantidade de circuitos eletrónicos.
Este projeto contou com um investimento de três mil milhões de dólares, sendo que, para além da IBM Hudson Valley, várias empresas têm contribuído para o seu desenvolvimento, nomeadamente a GlobalFoundries, a Samsung e a SUNY Polythecnic Institute.
Com o lançamento de KATA 7.0, as organizações podem agora beneficiar de capacidades melhoradas de…
Novos monitores Predator X32 X2 e X27U X1 oferecem imagens de jogo nítidas, com uma…
Adolfo Martinho sucede a Manuel Maria Correia, que liderou a empresa em Portugal desde a…
A Kaspersky descobriu centenas de repositórios de código aberto infetados com malware multifacetado, dirigidos a…
O Researcher e o Analyst vão começar a ser disponibilizados para clientes com licença do…
Ao longo da sua carreira, Ricardo Morais assumiu responsabilidades em gestão de clientes e desenvolvimento…