A China está a planear aquilo a que se pode chamar purga tecnológica: a ideia é substituir a tecnologia estrangeira por tecnologia própria do país.
A substituição afetará a tecnologia usada em bancos, nas forças militares e também nas empresas detidas pelo estado e agências do governo, até 2020, que será substituída pela de fornecedores chineses.
A informação não foi divulgada por fonte oficial, mas surge depois da mudança tecnologia numa cidade chinesa, em que se trocou o sistema operativo da Microsoft por um sistema nacional, chamado NeoKylin.
Esta mudança pode ter fortes consequências para empresas norte-americanas, como a Cisco, a IBM ou a Intel.
No entanto, os fornecedores de tecnologia estrangeira ainda podem vir a evitar a troca, caso partilhem mais informações sobre a sua tecnologia ou concedam acesso aos inspetores de segurança estrangeiros, para que possa recolher mais informação sobre os produtos. O objetivo é que o governo chinês possa vir a ter mais controlo sobre a tecnologia, que se tem revelado uma das maiores preocupações do regime chinês, desde a revelação do caso Snowden.
Com o lançamento de KATA 7.0, as organizações podem agora beneficiar de capacidades melhoradas de…
Novos monitores Predator X32 X2 e X27U X1 oferecem imagens de jogo nítidas, com uma…
Adolfo Martinho sucede a Manuel Maria Correia, que liderou a empresa em Portugal desde a…
A Kaspersky descobriu centenas de repositórios de código aberto infetados com malware multifacetado, dirigidos a…
O Researcher e o Analyst vão começar a ser disponibilizados para clientes com licença do…
Ao longo da sua carreira, Ricardo Morais assumiu responsabilidades em gestão de clientes e desenvolvimento…