A empresa de segurança obteve resultados positivos no quarto trimestre do ano passado com receitas de 487 milhões de dólares que, em comparação com 2015 (458 milhões), representam um crescimento do 6%.
Destaque para as subscrições de Software Blades com 110 milhões de dólares, um aumento de 26% ante o mesmo período de 2015. As receitas de exploração GAAP corresponderam a 241 milhões de dólares (50% das receitas) e as de exploração Não-GAAP foram de 266 milhões de dólares, correspondendo a 55% das receitas.
O resultado líquido por ação foi de 1,31 dólares, um crescimento de 21% face ao período homólogo.
A nível dos resultados anuais, as receitas chegaram aos 1.741 milhões de dólares, representando um crescimento de 7% relativamente ao ano anterior. Em 2015, os ganhos foram de 1.630 milhões de dólares.
As receitas de exploração GAAP atingiram 852 milhões de dólares em comparação com 686 milhões de dólares do ano transato. Por seu turno, os lucros por ação foram de 4,18 dólares contra 3,74 dólares do ano anterior, ou seja, um aumento de 12%
Os lucros das subscrições de Software Blades atigiram 390 milhões de dólares, mais 22% que em 2015.
“O final de 2016 foi muito bom. A empresa cresceu em todas as zonas geográficas e os novos clientes aumentaram. Registámos um crescimento de três dígitos nas nossas áreas de prevenção de ameaças avançadas e segurança móvel. No caso das security gateways, falamos de um incremento de dois dígitos”, indicou, em comunicado, Gil Shwed, fundador e CEO da Check Point. “É fantástico ver que os investimentos dos últimos anos deram os seus frutos e resultaram num trimestre impressionante”.
Vale a pena recordar que a Check Point juntou-se, este ano, ao projeto global No More Ransom (NMR) com o intuito de ajudar a oferecer novas soluções às vítimas de ransomware para que estas acedam ao ficheiros encriptados sem que tenham de pagar qualquer resgate.
Além disso, a empresa foi responsável pela descoberta de vários malwares e ameaças ao longo do ano, entre elas, o Gooligan, o ImageGate e o QuadRooter, que consiste em 4 vulnerabilidades nos chipsets da QualComm que colocam potencialmente em risco mais de 900 milhões de smartphones e tablets Android.
“2016 foi um grande ano para a Check Point. Continuámos a ampliar a nossa plataforma de segurança líder na indústria com a introdução de novas e inovadoras soluções para a prevenção de ameaças avançadas, Cloud, para dispositivos móveis. Além disso, atualizámos completamente os nossos produtos de security gateways. Assim permitimos aos nossos clientes a implementação de camadas de segurança cada vez maiores para fazer frente ao crescente número de ciberataques. Em 2017, continuaremos a centrar-nos na oferta aos clientes de uma plataforma desenhada para evitar que as ciberameaças penetrem nas empresas”, concluiu CEO da empresa.
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