A Nintendo comunicou, durante a madrugada de hoje, que o seu CEO morrera este sábado, dia 11, depois de um longo combate contra um tumor no canal biliar. A referência do mundo dos videojogos fica sem líder no ano fiscal (a terminar no próximo mês de março) em que espera duplicar os seus lucros operacionais. Esta projeção baseia-se num acordo estabelecido com a fabricante de jogos online DeNA, traçado sob a alçada de Iwata, e que tenciona levar a Nintendo até ao universo dos smartphones, e fazer crescer as suas receitas, depois de anos de volumes de vendas decrescentes.
Consta que o falecido CEO resistia à entrada no mercado dos telemóveis pois receava estar a colocar um fim ao seu tradicional negócio de consolas. No entanto, este estoicismo foi recebido com algumas críticas por parte dos investidores, que apelavam a uma mudança de rumo para suportar a pressão cada vez mais acérrima exercida pela concorrência.
A cadeira de CEO continua vaga, mas Genyo Takeda, um dos principais criadores da consola Wii, e Shigeru Miyamoto, pai dos jogos do Mario e Donkey Kong, são fortes candidatos.
A Nintendo disse que Iwata fora submetido a uma intervenção cirúrgica para retirar o tumor, tendo, posteriormente, regressado às suas funções. No entanto, apesar de ter marcado presença na reunião anual da empresa a 26 de junho, a situação do CEO mudou drasticamente de rumo nos últimos dias, culminando no seu falecimento. Iwata estava no leme da estratégia que ia levar os jogos da Nintendo até aos smartphones e ditar o início de uma nova era para a empresa nipónica.
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