CEO da IDG Communications aconselha líderes de TI

Michael Friedenberg, CEO da IDG Communications, diz que os CIOs precisam de equilibrar o conhecimento técnico e o de negócios com uma boa capacidade de comunicação, gestão de pessoas e um perfil inovador e sugere dez mandamentos aos líderes de TI.
Quem ocupa hoje uma posição de liderança tende a enfrentar desafios cada vez mais complexos, devido às rápidas mudanças no cenário dos negócios. Na área de Tecnologias da Informação, os gestores convivem atualmente com uma necessidade de conciliar uma visão do que há de mais importante em termos de soluções e serviços com uma postura orientada para resultados.
Um CIO deve assumir uma postura e um discurso totalmente orientado para os negócios. O principal executivo de TI terá de levar a sério o que faz bem e o que não faz assim tão bem, começando por pontos que afetam as suas várias identidades. Neste sentido, são aconselhados dez “mandamentos”.
O primeiro é fazer reuniões com clientes com mais frequência. O segundo é falar bem de marketing, pois uma das melhores maneiras de compreender os clientes é saber como os profissionais de marketing recorrem a eles.
Como terceiro mandamento surge o tempo para os blogues e contas do Twitter, pois são a forma mais eficaz de tornar a conversa com funcionários, clientes e parceiros, mais autêntica. É também necessário entregar dentro do prazo e do orçamento.
Pensar além do “hype” é o mandamento número cinco. Os CIOs terão de se esforçar por compreender melhor os fenómenos da cloud e da mobilidade e empreender os melhores esforços para os aproveitar. O seguinte mandamento é equilibrar a inovação e a execução e em seguida vem a necessidade de uma mente aberta sobre as tecnologias emergentes.
Transformar a TI é o oitavo mandamento. É necessário compreender a informação mais do que a tecnologia. Em nono lugar surge a aplicação das receitas, liderança, e crescimento organizacional, profissional e pessoal.
O último mandamento é “parar de se preocupar com o que não pode controlar”. Não se pode controlar a economia, mas sim a capacidade de inovar, executar e gerar resultados surpreendentes.