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Schneider Electric e o impacto da tecnologia na Reabilitação Urbana

O evento, que teve lugar no Pátio da Galé entre os dias 8 e 14 de abril, contou com a presença de Rui Queiroga, Building Business vice-presidente da Schneider Electric, que participou na II Grande Conferência APPII (Associação Portuguesa de Promotores e Investidores Imobiliários), onde apresentou a sua visão sobre o impacto da tecnologia nas cidades e de que forma esta está a influenciar a sustentabilidade das mesmas.

Tal como as grandes cidades a nível mundial, Lisboa enfrenta diversos desafios que vão desde os custos, ao ambiente, às expetativas dos cidadãos, e acima de tudo à reabilitação e criação de infraestruturas. Ao melhorar as infraestruturas, a cidade conseguirá criar uma nova agenda que incluirá a criação de emprego, aumento da atratividade, novos serviços e uma maior resiliência e flexibilidade. Isto fará com que a sua competividade acelere e se torne igualmente mais eficiente a nível energético.

Para tudo isto acontecer será necessária uma nova forma de pensar e agir, quer em relação à energia, quer à digitalização, que permite que os edifícios estejam cada vez mais conectados. Está nova realidade oferece inúmeras oportunidades relacionadas com o conforto da população urbana e a procura pela sua sustentabilidade.

Através da digitalização é possível reduzir o esforço em engenharia e implementação em cerca de 30%, o que por si só se torna um excelente indicador para novos projetos. Os edifícios, por exemplo, são o setor com maior potencial, cerca de 82%, por explorar no que toca à eficiência energética, e este dado aliado à manutenção preditiva possibilitada pela IoT permitirá ainda poupanças na ordem dos 20%.

A digitalização proporcionará ainda uma experiência mais imersiva aos cidadãos que resultará no aumento da sua produtividade e conforto.

Cidades como Lisboa, com um grande número de edifícios envelhecidos ou históricos, são, na verdade, o maior desafio para a sustentabilidade. Primeiro porque raramente são energeticamente eficientes, segundo, porque os custos de manutenção são bastante elevados, e por último porque a sua modernização acarreta custos proibitivos. Só através da tecnologia e da digitalização se conseguirá dar resposta a este desafio. 

Rui Queiroga, Building Business vice-presidente da Schneider Electric afirmou que “num futuro muito próximo, o sucesso das cidades será definido pelo seu nível de sustentabilidade e só existe um caminho para a mesma, a digitalização. A pressão sobre os centros urbanos é cada vez maior e é visível o impacto que este ritmo está a causar na vida de todos os cidadãos. Procuramos desde sempre desenvolver soluções capazes de responder às necessidades das cidades, sobretudo das suas infraestruturas e acreditamos que é possível criar condições para que se pense a eficiência energética como uma realidade urgente e necessária”.

Redação Silicon

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