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Cascade quer aumentar moral dos trabalhadores

A Cascade, uma startup australiana, quer criar empresas mais felizes e motivadas. Um dos objetivos é aumentar a moral dos trabalhadores e fazer com que cada pessoa sinta uma conexão com os objetivos da empresa.

Tom Wright e Eric Perriard fundaram a Cascade. Conheceram-se na Universidade e seguiram caminhos diferentes. Wright começou a sua carreira num banco e Perriard conseguiu uma posição na “PPG Industries” que acabou por deixar para se tornar fotógrafo e “Creativity Trainer” na Samsung, em Seoul. Quando este último voltou a Sydney com uma nova posição na empresa, voltaram-se a encontrar.

Os dois estavam frustrados uma vez que os problemas que encontraram nos seus trabalhos quando começaram, continuavam a existir. Segundo Wright, o principal problema “é as pessoas sentirem-se desligadas da estratégia da organização. Quando o CEO se levanta, no final do ano, e diz que atingiram os resultados, eles olham para a reação das pessoas que não percebem como é que eles fizeram parte disso”.

Apesar de ter uma boa equipa a trabalhar para ele, Tom Wright não sentia que as pessoas estavam moralizadas e que trabalhavam “desconectadas” daquilo que faziam.

A Cascade quer resolver esse problema, pegando em dados em tempo real sobre a estratégia de uma companhia e disponibilizando-a a toda a empresa. A plataforma está desenhada de forma a que qualquer empregado, em apenas um minuto, possa por os dados do seu trabalho. Depois, a Cascade analisa os dados e ajuda as empresas a saber se e quando vão atingir os objetivos.

Tom Wright e Eric Perriard dizem que a startup se diferencia da competição mostrando a cada empregado exatamente como o seu trabalho contribui para a estratégia da empresa para a qual trabalham.

Os empregados podem ver como contribuem para a estratégia da empresa mas os dados que vêem não são explícitos sobre se estão a passar ao lado do objetivo. Qualquer utilizador pode ver os dados de qualquer outro funcionário, incluindo o dos diretores. “Não interessa quem és. Se és um rececionista que atendes telefones, tens de entender porque é que tens de atender o telefone em menos de 30 segundos”, afirma Tom Wright.

Rui Damião

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