O mercado dos carros autónomos poderá gerar receitas anuais de milhares de milhões de dólares. Um estudo da McKinsey & Company concluiu que o crescimento deste setor será alimentado pelos serviços e produtos de Internet móvel.
A investigação revelou que a disseminação dos chamados self-driving cars levará a uma diminuição de 90 por cento dos acidentes rodoviários nos Estados Unidos. Paralelamente, registar-se-á, projeta o estudo, uma poupança de cerca de 200 mil milhões de dólares, fruto do menor número de acidentes e de mortes.
Projetando que os passageiros de veículos autónomos (considere-se que o papel de condutor deixou de existir com este novo paradigma de carro) pouparão até 50 minutos nas suas deslocações, o estudo evidenciou que a utilização de serviços online aumentaria, visto que as pessoas teriam mais tempo disponível para navegar na Internet. Isto resultará, pensa-se, no crescimento das receitas digitais e, consequentemente, da própria economia digital. Estima-se que este aumento rondará os 5,6 mil milhões de dólares por cada minuto que os utilizadores passarão a utilizar serviços de Internet nos seus veículos.
Apesar de esta evolução automobilística ser gradual, já são algumas as marcas que estão a desembolsar quantias consideráveis para integrar sistemas inteligentes nos seus veículos. A Daimler e a Volkswagen já instalaram nos seus carros sistemas avançados de navegação e assistência. Contudo, são algumas as preocupações vociferadas por grandes nomes da indústria automóvel face à campanha de algumas empresas tecnológicas para conquistarem o setor, como a Apple, que foi fortemente criticada pelos seus planos para um carro elétrico com capacidades de condução autónoma.
Diz a Reuters que as fabricantes não acreditam que os self-driving cars sejam uma realidade palpável, pelo menos, até 2025. Não obstante, estes automóveis ditarão o começo de uma nova era na indústria automóvel e serão responsáveis por profundas mudanças, tanto ao nível das empresas, como ao nível dos próprios consumidores.
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