“O empresário europeu resiste à mudança e acaba por perder algumas oportunidades e sobretudo de olhar para a concorrência e extrair o que de melhor o mercado oferece”.
O exemplo já começa a ser “clássico”. A Uber é mencionada invariavelmente como o exemplo da disrupção do negócio. “Teve a capacidade de reinventar o mercado e os empresários não entendem que têm a experiência empresarial e de negócio que podem utilizar a seu favor. Mas para isso têm de se adaptar e não oferecer tanta resistência”.
Outro aspeto mencionado por João Mesquita, e que pode igualmente servir de entrave ou pelo menos adiamento da adoção da cloud, é o eterno tema da segurança. Uma falsa questão, diz o diretor, já que “se perde demasiado tempo a tornar segura informação que rapidamente passa para o domínio público”.
Basicamente, diz este responsável, isso constitui um perda de tempo e recursos financeiros que poderiam estar a ser canalizados para outras áreas corporativas. “Há informação que não é suficientemente sensível para entramos na fobia da segurança e acaba por criar uma barreira”.
João Mesquita questionou mesmo o porquê das empresas estarem ainda a adiar a adopção de soluções de cloud computing.
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