Os investidores da Seedrs, plataforma europeia de equity crowdfunding co-fundada e presidida pelo português Carlos Silva, acreditam que Londres vai manter-se como o principal hub do empreendedorismo no período pós-Brexit, ou seja após a saída do Reino Unido da União Europeia.
Um inquérito feito pela Seedrs revela que 52% dos inquiridos acredita que a capital britânica vai continuar a ser o centro mundial para novos negócios inovadores, enquanto apenas 16% teme que Londres perca esse estatuto para outros hubs internacionais.
Já os restantes 32% disseram que não sabiam.
A sondagem permitiu ainda aos investidores e empreendedores elegerem os setores que acreditam que terão o maior potencial de crescimento nos próximos dozes meses. Assim, o direito e a contabilidade surgem no primeiro lugar do pódio (com 29%), seguidos pela Indústria (21%) e pelos Serviços Financeiros (20%). O ranking fica completo com os sectores IT e Telecoms (20%), Hotelaria e Lazer (17%) e Imobiliário (16%).
“O inquérito demonstra com clareza que Londres continua a merecer a confiança dos investidores e dos empreendedores que pretendem criar e desenvolver os seus negócios”, afirma em comunicado Carlos Silva. O co-fundador e presidente da Seedrs acrescenta que “nesse sentido, o equity crowdfunding é uma enorme fonte de capital para os empreendedores que procuram e precisam de financiamento”.
Quando questionados sobre a possibilidade do apetite por investimentos alternativos aumentar após o Brexit, os investidores apontam a diversificação de carteiras (93%) e os benefícios fiscais (39%) como os principais argumentos. E dos que pretendem fazer investimentos alternativos, 69% afirma que irá investir fortemente através do crowdfunding.
Já os maiores receios dos empreendedores no período pós-Brexit estão mais centrados na incerteza quanto ao futuro do que quanto à possível falta de acesso a financiamento. De acordo com a sondagem, 41% dos inquiridos afirma estar preocupado quanto à incerteza em torno de alterações regulatórias, a mesma percentagem teme perdas comerciais, enquanto 35% receia baixos níveis de crescimento económico e 27% salienta o aumento de desemprego. Apenas 15% afirma estar preocupado com a possibilidade de falta de acesso a financiamento após a saída do Reino Unido da UE.
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