O projeto pretende aumentar a segurança online e contribuir para o desenvolvimento do mercado único digital, da agenda digital europeia, dos serviços online e facilitar, também, o trabalho das autoridades no combate aos ciberataques, reforçando a cibersegurança.
Tudo isto será realizado, de acordo com a Atos, respeitando privacidade dos dados dos utilizadores mas sempre com uma rigorosa verificação das identidades, nomeadamente através do controlo biométrico.
O ARIES irá ter novos processos de emissão e autenticação de documentos de identificação e terá três segmentos de mercado complementares. Em primeiro lugar, para os cidadãos que queiram usar os documentos de identificação através dos smartphones. Em segundo lugar, para as empresas que se debatem com prejuízos derivados dos crimes de identidade e o terceiro para as identidades virtuais e as tecnologias de proteção e verificação que poderão ser implementadas nos ambientes de controlo dos acessos físicos, evitando a utilização de complexos leitores biométricos.
As duas áreas de atuação do projeto em que se esperam resultados mais imediatos são no comércio eletrónico e na virtualização das identidades dos viajantes.
Segundo a Atos, a equipa multidisciplinar do ARIES vai lidar com aspetos de âmbito legal, ético, socioeconómico, tecnológico e organizacional dos “crimes relacionados com a identidade no mundo virtual (exs: ciberbullying e phishing) e no mundo físico (exs. crime organizado e tráfico de seres humanos).”
Além da coordenação, a empresa de origem francesa, vai participar no desenho e desenvolvimento dos vários elementos do ecossistema, vai liderar a integração numa plataforma única e ser responsável pelos aspetos relacionados com o desenvolvimento do plano de negócio e da comunicação do projeto.
O ARIES é constituído pela Atos em colaboração com a Universidade de Múrcia (Espanha), da Gemalto SRO (República Checa), da Morpho (França), da Saher UK LTD (Reino Unido), da Police and Crime Commissioner for West Yorkshire (Reino Unido), da Ertzaintza (Espanha), da Policía Federal Belga (Bélgica) e da Sonae S.A. (Portugal). A iniciativa enquadra-se no Programa Europeu Horizonte 2020 e é cofinanciado pela Comissão Europeia, no âmbito da sua estratégia de combate à criminalidade e ao terrorismo.
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