O responsável do organismo europeu, afirmou à televisão britânica que “nunca tínhamos visto nada parecido” e que, hoje, com a chegada de mais pessoas aos trabalhos, pode ocorrer uma nova vaga e os números de vítimas pode crescer.
O vírus afeta o sistema operativo Windows e a Microsoft já reagiu à situação através de um post no blog da empresa. Brad Smith, Presidente e Chief Legal Officer da gigante informática, revelou que em 14 de março, a Microsoft lançou uma atualização de segurança para corrigir essa vulnerabilidade mas que muitos computadores permaneceram sem realizar o update. “Como resultado, hospitais, empresas, governos e computadores em residências foram afetados”, indicou o executivo.
O CLO referiu, ainda, que na empresa “levamos todos os ataques cibernéticos ao sistema Windows a sério, e estamos a trabalhar para ajudar todos os nossos clientes que foram afetados pelo incidente de sexta-feira”. “Responder a este ataque e ajudar aqueles que foram afetados é a nossa prioridade mais imediata“, acrescentou.
Brad Smith alertou para o facto do ciberataque “demonstrar como a cibersegurança se tornou uma responsabilidade partilhada entre empresas de tecnologia e clientes. O fato de tantos computadores permanecerem vulneráveis dois meses após o lançamento de um patch ilustra esse aspecto. À medida que os cibercriminosos se tornam mais sofisticados, não há maneira de os clientes se protegerem contra ameaças a não ser que atualizem os seus sistemas”.
“Os governos do mundo devem tratar este ataque como uma chamada de atenção. É preciso adotarem uma abordagem diferente e aplicar ao ciberespaço as mesmas regras aplicadas às armas”, explicou.
“O setor tecnológico, os clientes e os governos devem trabalhar juntos na proteção contra ciberataques“, escreveu o líder da área legal da Microsoft. “O ataque WannaCrypt é uma chamada de atenção para todos nós. Reconhecemos a nossa responsabilidade de ajudar a responder a esta chamada e a Microsoft está empenhada em fazer a sua parte”, concluiu o executivo.
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