“Num futuro não muito distante, os utilizadores não terão mais de lidar com diversas aplicações. Em vez disso, poderão literalmente falar com os seus assistentes pessoais digitais, como a Siri da Apple, a Alexa da Amazon ou o assistente do Google”, diz Mark O’Neill, diretor de Pesquisas da Gartner.
O´Neill acrescenta que alguns desses assistentes pessoais têm base na nuvem e já começaram a fomentar a tecnologia das máquinas inteligentes.
Para a Gartner, os assistentes pessoais digitais mostram o potencial de satisfazer os desejos e as necessidades ao oferecerem experiências que conectam serviços, configuram dispositivos e até encomendam e entregam produtos.
Informações personalizadas e sensíveis ao contexto também podem ser apresentadas conforme forem desejadas ou necessárias. Como exemplos estão sugestões de restaurantes próximos para reuniões ou configurações recomendáveis de temperatura para otimizar o consumo de energia e o conforto em casa.
“Os consumidores não querem lidar com aplicações separadas para cada tipo de dispositivo conectado em sua casa. E vez de aplicações individuais, são as interações entre os dispositivos, bem como os prestadores de serviços e as fontes externas de dados, que são mais interessantes para os clientes”, afirma o executivo.
Essas interações, prossegue o O´Neill, permitem a criação, a detecção e a resposta aos ‘momentos de negócios’ que a Gartner define como oportunidades passageiras e que são exploradas de maneira dinâmica com o uso da tecnologia digital.
Conforme caminhamos em direção a um mundo pós-aplicações, em que os dispositivos e serviços de múltiplas fontes podem ser combinados para acesso por meio dos assistentes pessoais digitais, as interfaces de programação de aplicações (APIs) são a chave para essa integração.
À medida que mais provedores e dispositivos são disponibilizados, diferentes ecossistemas serão criados em torno de cada grande prestador de tecnologia enquanto recrutam aliados, formam parcerias e atraem programadores na busca de serem líderes em lares conectados. Essa mudança permitirá que cada empresa utilize as casas conectadas como um novo canal de negócios para os seus serviços. Companhias de seguros podem, por exemplo, oferecer orientações em relação ao clima e informações de termostato, enquanto os bancos poderão usar interfaces de voz para ajudar os clientes a gerirem as suas finanças e pagarem as suas contas.
“As APIs são a chave para a interoperação com novas interfaces digitais, e um programa de API bem gerido é um fator crucial para o sucesso de empresas que se interessam em alcançar clientes nas suas casas conectadas”, diz o director de Pesquisas da Gartner.
Segundo ele, nas novas casas programáveis, a melhor opção não é mais gastar tempo e dinheiro no desenvolvimento de aplicações individuais mas sim desviar recursos para as APIs que são a forma de abraçar o mundo pós-aplicações.
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