Num novo white paper focado no “The Future of Work”, académicos seniores e líderes empresariais prevêem quais serão os motores que impactarão e moldarão os ambientes de trabalho do futuro. Os especialistas, provenientes de secções transversais dos sectores, revelaram as tendências que, acreditam, serão a mudança do local de trabalho nos próximos 10 a 15 anos.
De uma forma geral, as três principais tendências identificadas apontam para um futuro mais automatizado e móvel, onde as forças de trabalho são dirigidas por um novo tipo de gestor, revela o documento, fruto da compilação efectuada pela Economist Intelligence Unit e patrocinada pela Ricoh.
“Como parte integrante da visão a longo termo, os negócios necessitam de se prepararem para a integração de tecnologias futuras, garantir que possuem a capacidade e recursos suficientes para optimizar processos subjacentes relevantes pré-adopção”, refere David Mills, chief executive officer, Ricoh Europe. “Esta acção constrói os suportes para novas formas de trabalho, estabelecendo, ao mesmo tempo, ambientes verdadeiramente colaborativos, que ajudam a atrair e manter talento. A chave para alcançar isto é a atitude e atributos dos gestores. Os seus papéis no sentido de darem força e apoio aos colaboradores tornar-se-ão cada vez mais cruciais para o sucesso futuro dos seus negócios”.
Para além das tendências-chave que se esperam impactar todas as indústrias, o white paper dá, também, uma previsão para o futuro da área bancária, governamental, de saúde e educação. A visão sobre a evolução destes pilares de diversas cidades europeias inclui:
“Enquanto esperamos para ver quais serão as tendências que seguirão na frente, podemos manter-nos confiantes de que, nos próximos 10 a 15 anos o local de trabalho se tornará mais fluido, conectado e colaborativo, graças às exigências de se trabalhar na era digital”, remata David Mills.
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